Alguns homens em dado momento de suas vidas chegam ao absurdo por causa dos aparentes vislumbramentos do assédio em diversos graus sociais, da maior ou menor; na classe mais humilde procuram impressionar através de objetos de valores, uma simples motocicleta, que em suas conclusões os tornam poderosos, atraentes e dono de si e do mundo.
A partir destas análises passamos a encontrar nas ruas da cidade, aventureiros ou pilotos sem regras, que colocam, não só a sua vida em jogo, como também a vida e os direitos nesta mercê de suas irresponsabilidades. É trágico saber que mesmo em cima de uma calçada você pode ser vítima de um atropelo ou ao descer de um ônibus você também pode ser atropelado por um motociclista que ultrapassa pela direita em um ponto de ônibus.
A ignorância é tão admirável que questionamos como se pode avançar um sinal vermelho com outro veículo cruzando a sua frente, e vale salientar que estão às vezes sem placa, como se esta ausência os tirariam da morte; arriscam e se preocupam apenas com a multa ou em ridicularizar os fiscais do trânsito.
É lamentável que muitas pessoas não atentem para as suas missões neste mundo, não miram o amor, o respeito, a vida acima de tudo; vivemos no apogeu do capitalismo, da sociedade do consumo e da negatividade dos valores humanos. O homem precisa dominar o objeto que o domina, valer mais que os objetos de valores, precisa alimentar aquilo que é eterno: a sua alma.

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